Se essas plataformas não se submetem a uma regulamentação, a uma lei brasileira aprovada em Congresso, que coloque todo mundo debaixo dos mesmos critérios e que obedeçam as leis e as autoridades públicas brasileiras, ficaremos submetidos a isso.
A campanha e o debate público acontecem nas redes sociais, na internet. É preciso que essas redes e essas plataformas se submetam à lei, como todos os outros veículos e todos os outros cidadãos do país se submetem. Thais Bilenky, colunista do UOL
A colunista disse que a derrubada do conteúdo acabou produzindo uma “segunda onda de interesse” e citou que o vídeo viralizou, com mais de um milhão de visualizações em 24 horas, por reunir informações públicas e organizar as conexões ao longo do tempo.
Acaba gerando uma segunda onda de interesse, foi um vídeo que viralizou assim que entrou no ar, com mais de milhão de visualizações em 24 horas e era um vídeo muito bem construído, mostrando essas relações ao longo do tempo. Thais Bilenky, colunista do UOL
O colunista Leonardo Sakamoto afirmou que o episódio expõe um problema maior: empresas privadas acabam decidindo o que fica ou não no espaço público digital, com base em “regras da comunidade” que não passam pelo mesmo tipo de controle e recurso da Justiça.
O maior desafio hoje é que estamos privatizando o espaço de discussão pública. E no final das contas, nessa privatização, ela ainda ganha o nosso like. Leonardo Sakamoto, colunista do UOL


