A convivência em “A Fazenda 18” ganhou novos contornos de tensão na noite de segunda-feira, 28 de setembro. Durante a dinâmica “Pesando o Clima”, os participantes precisaram apontar quem mais prejudica o ambiente do confinamento. Serginho virou alvo de acusações de racismo, intolerância religiosa e machismo, em uma sequência de confrontos que mobilizou Rikardo, Murilo, Mônica, Tina e Ana Bruna.
Rikardo foi um dos primeiros a confrontar Serginho e relembrou comentários que considerou racistas e ofensivos à sua identidade cultural. O peão citou expressões como “pangaré baiano” e “Dança lá seu axé da Bahia” para justificar sua indignação.
Serginho afirmou que não teve intenção racista, mas Rikardo rebateu a justificativa e destacou que nunca utilizou as dificuldades pessoais do colega para atacá-lo.
Murilo também retomou o episódio e acusou Serginho de intolerância religiosa e de adotar comportamentos contraditórios ao reclamar de bullying. O participante ainda relatou uma situação na academia envolvendo Thaíde, que teria sido provocado a imitar o jeito de andar de Serginho.
O peão negou conhecer o episódio mencionado por Murilo.
Mônica e Tina reforçam acusações contra o participante
Mônica afirmou que as conversas na academia envolviam comportamentos que considerava problemáticos, incluindo declarações sobre racismo e intolerância religiosa. Para ela, Serginho deveria responder por suas atitudes como um adulto.
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Tina também saiu em defesa de Rikardo e logo criticou o que classificou como tentativas de minimizar a gravidade das acusações. A peoa então ressaltou que o racismo é crime e afirmou esperar que o caso seja avaliado pela equipe jurídica de Rikardo, com análise das imagens do programa.
Ana Bruna pede respeito
As acusações não ficaram restritas às questões raciais bem como religiosas. Ana Bruna revelou desconforto com atitudes de Serginho e contou que decidiu se afastar após situações que considerou inadequadas.
A participante relatou que, durante um abraço, sentiu o corpo do colega encostar nela de maneira inconveniente. Também afirmou que ele teria observado insistentemente o corpo das mulheres na piscina e direcionado o olhar para suas partes íntimas enquanto ela dançava.
Diante das declarações, Serginho pediu desculpas às mulheres da sede. Ele reconheceu que comete erros, mas afirmou que não agiu com intenção de incomodar.
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Além dos confrontos, a atividade “Pesando o Clima” prevê consequências para os participantes que receberam mais apontamentos. As punições vão acompanhar os peões na rotina do confinamento até a formação da próxima Roça, marcada para esta terça-feira, 29 de setembro.
Com as acusações e os pedidos de desculpas, a dinâmica ampliou os conflitos na sede justamente às vésperas de mais uma votação decisiva.


