Foi, sim, extraordinário.
Alcaraz, é bom que se diga, fez uma ótima apresentação, sobretudo considerando os 140 dias ausente do circuito, sem disputar uma partida desta intensidade, com tanto em jogo, sem margem para descuidos. O espanhol sofreu fisicamente em alguns momentos e tomou decisões erradas em outros. Não encontrou uma posição para a devolução de segundo saque da onde fosse capaz de incomodar Shelton consistentemente. E sua direita – sua espetacular direita – foi menos espetacular do que de costume. Falhou quando não podia. Jogou mal um tie-break de quinto set, algo atípico para seus padrões.
Algo também extraordinário.
Minha análise completa do jogo e do décimo dia do US Open está no Café Com o Cossenza, meu podcast diário. Ouça no player acima. Disponível também no YouTube e no Apple Podcasts.


